EvoluLar Gestão & Negócios Imobiliários
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A procuração permite que uma pessoa represente outra na prática de determinados atos.
Na negociação imobiliária, o proprietário pode nomear um procurador para assinar contratos, comparecer ao tabelionato, receber documentos e concluir a venda em seu nome.
Essa representação é comum quando o proprietário:
A existência de um procurador não significa automaticamente que existe fraude. Entretanto, exige verificações adicionais antes do pagamento e da assinatura.
Não.
Uma procuração com expressões genéricas, como “amplos poderes” ou “representar em todos os assuntos”, pode não ser suficiente para autorizar a alienação.
O artigo 661 do Código Civil estabelece que o mandato em termos gerais confere apenas poderes de administração. Para alienar, hipotecar ou praticar outros atos que ultrapassem a administração ordinária, são necessários poderes especiais e expressos.
O Superior Tribunal de Justiça decidiu que uma procuração genérica para vender quaisquer imóveis do proprietário não atende necessariamente à exigência legal. O documento deve individualizar o negócio e identificar o imóvel que poderá ser vendido.
A redação precisa ser examinada integralmente. Entre os pontos relevantes estão:
Também deve ser verificado se o procurador possui autorização para receber valores e dar quitação, especialmente quando o pagamento não será realizado diretamente ao proprietário.
A forma adequada dependerá do ato que será praticado e das exigências legais e cartorárias aplicáveis ao negócio.
Como a compra e venda de imóveis normalmente envolve escritura pública, a procuração pública é amplamente utilizada por oferecer maior segurança quanto à identidade, à manifestação de vontade e ao conteúdo dos poderes conferidos.
O comprador não deve concluir sozinho que uma procuração particular será aceita. Antes de pagar o sinal, é recomendável apresentar o documento ao tabelionato responsável pela escritura e confirmar sua aptidão para o ato.
Uma assinatura reconhecida em cartório, por si só, não transforma uma procuração genérica em autorização suficiente para vender determinado imóvel.
A apresentação de uma fotografia ou cópia digital não deve encerrar a verificação.
O comprador deve solicitar o traslado, a certidão ou a versão eletrônica verificável do documento e confirmar sua origem diretamente com o tabelionato que realizou o ato.
Também é necessário verificar:
A Central de Procurações permite o relacionamento de atos com eventos posteriores, como revogação, renúncia e substabelecimento, auxiliando a atividade dos cartórios. Colégio Notarial do Brasil
Para o comprador, o caminho mais seguro é solicitar que o tabelionato responsável pela escritura confirme a atualidade e a eficácia do documento.
Sim.
De acordo com o artigo 682 do Código Civil, o mandato poderá terminar pela revogação, renúncia, morte ou interdição de uma das partes, término do prazo ou conclusão do negócio para o qual foi concedido.
Por isso, uma procuração autêntica pode não estar mais válida.
O fato de o documento ter sido lavrado em cartório não significa que seus poderes permanecerão ativos indefinidamente. A data de emissão também não basta para confirmar a vigência.
Quanto mais antiga for a procuração, maior deverá ser o cuidado com a confirmação de sua atualidade.
Sim, sempre que possível.
Uma conversa direta, inclusive por videochamada quando o proprietário estiver distante, pode ajudar a confirmar:
Essa conversa não substitui a análise documental, mas pode revelar incoerências e reduzir o risco de falsidade, abuso de poderes ou negociação sem conhecimento do proprietário.
Esse é um dos pontos mais sensíveis da operação.
O comprador não deve transferir valores para uma conta indicada informalmente pelo procurador sem confirmar:
A conta pertencer a terceiro sem relação clara com a venda é um sinal de alerta. O pagamento deve seguir exatamente o que estiver formalizado e validado pelas partes.
O comprovante bancário sozinho não corrige uma procuração insuficiente nem garante que o pagamento foi realizado à pessoa juridicamente autorizada.
Essa situação exige atenção especial.
O artigo 117 do Código Civil determina que, salvo permissão legal ou autorização do representado, o negócio celebrado pelo representante consigo mesmo é anulável.
Se o procurador aparece simultaneamente como representante do vendedor e comprador, ou atua em benefício de pessoa muito próxima, a autorização precisa ser analisada cuidadosamente.
O conflito de interesses deve ser identificado antes da assinatura, e não depois do registro.
Interrompa a negociação para uma análise mais profunda quando houver:
Nenhum desses fatores prova isoladamente a existência de fraude, mas todos justificam verificação reforçada.
Antes de entregar qualquer valor:
Comprar um imóvel vendido por procuração pode ser seguro, mas o documento não deve ser aceito apenas por possuir aparência formal ou reconhecimento cartorário.
A procuração precisa conceder poderes expressos e especiais para aquele imóvel, permanecer vigente e permitir os atos necessários à negociação. A identidade do proprietário, a matrícula, a autenticidade do documento e o destino do pagamento devem ser confirmados antes de qualquer transferência.
Na compra de um imóvel, a pressa para concluir nunca deve substituir a segurança documental.
O imóvel está sendo negociado por um procurador? Fale com a EvoluLar antes de pagar o sinal e conduza a compra com mais clareza, estratégia e segurança.
A procuração permite que uma pessoa represente outra na prática de determinados atos.
Na negociação imobiliária, o proprietário pode nomear um procurador para assinar contratos, comparecer ao tabelionato, receber documentos e concluir a venda em seu nome.
Essa representação é comum quando o proprietário:
A existência de um procurador não significa automaticamente que existe fraude. Entretanto, exige verificações adicionais antes do pagamento e da assinatura.
Não.
Uma procuração com expressões genéricas, como “amplos poderes” ou “representar em todos os assuntos”, pode não ser suficiente para autorizar a alienação.
O artigo 661 do Código Civil estabelece que o mandato em termos gerais confere apenas poderes de administração. Para alienar, hipotecar ou praticar outros atos que ultrapassem a administração ordinária, são necessários poderes especiais e expressos.
O Superior Tribunal de Justiça decidiu que uma procuração genérica para vender quaisquer imóveis do proprietário não atende necessariamente à exigência legal. O documento deve individualizar o negócio e identificar o imóvel que poderá ser vendido.
A redação precisa ser examinada integralmente. Entre os pontos relevantes estão:
Também deve ser verificado se o procurador possui autorização para receber valores e dar quitação, especialmente quando o pagamento não será realizado diretamente ao proprietário.
A forma adequada dependerá do ato que será praticado e das exigências legais e cartorárias aplicáveis ao negócio.
Como a compra e venda de imóveis normalmente envolve escritura pública, a procuração pública é amplamente utilizada por oferecer maior segurança quanto à identidade, à manifestação de vontade e ao conteúdo dos poderes conferidos.
O comprador não deve concluir sozinho que uma procuração particular será aceita. Antes de pagar o sinal, é recomendável apresentar o documento ao tabelionato responsável pela escritura e confirmar sua aptidão para o ato.
Uma assinatura reconhecida em cartório, por si só, não transforma uma procuração genérica em autorização suficiente para vender determinado imóvel.
A apresentação de uma fotografia ou cópia digital não deve encerrar a verificação.
O comprador deve solicitar o traslado, a certidão ou a versão eletrônica verificável do documento e confirmar sua origem diretamente com o tabelionato que realizou o ato.
Também é necessário verificar:
A Central de Procurações permite o relacionamento de atos com eventos posteriores, como revogação, renúncia e substabelecimento, auxiliando a atividade dos cartórios. Colégio Notarial do Brasil
Para o comprador, o caminho mais seguro é solicitar que o tabelionato responsável pela escritura confirme a atualidade e a eficácia do documento.
Sim.
De acordo com o artigo 682 do Código Civil, o mandato poderá terminar pela revogação, renúncia, morte ou interdição de uma das partes, término do prazo ou conclusão do negócio para o qual foi concedido.
Por isso, uma procuração autêntica pode não estar mais válida.
O fato de o documento ter sido lavrado em cartório não significa que seus poderes permanecerão ativos indefinidamente. A data de emissão também não basta para confirmar a vigência.
Quanto mais antiga for a procuração, maior deverá ser o cuidado com a confirmação de sua atualidade.
Sim, sempre que possível.
Uma conversa direta, inclusive por videochamada quando o proprietário estiver distante, pode ajudar a confirmar:
Essa conversa não substitui a análise documental, mas pode revelar incoerências e reduzir o risco de falsidade, abuso de poderes ou negociação sem conhecimento do proprietário.
Esse é um dos pontos mais sensíveis da operação.
O comprador não deve transferir valores para uma conta indicada informalmente pelo procurador sem confirmar:
A conta pertencer a terceiro sem relação clara com a venda é um sinal de alerta. O pagamento deve seguir exatamente o que estiver formalizado e validado pelas partes.
O comprovante bancário sozinho não corrige uma procuração insuficiente nem garante que o pagamento foi realizado à pessoa juridicamente autorizada.
Essa situação exige atenção especial.
O artigo 117 do Código Civil determina que, salvo permissão legal ou autorização do representado, o negócio celebrado pelo representante consigo mesmo é anulável.
Se o procurador aparece simultaneamente como representante do vendedor e comprador, ou atua em benefício de pessoa muito próxima, a autorização precisa ser analisada cuidadosamente.
O conflito de interesses deve ser identificado antes da assinatura, e não depois do registro.
Interrompa a negociação para uma análise mais profunda quando houver:
Nenhum desses fatores prova isoladamente a existência de fraude, mas todos justificam verificação reforçada.
Antes de entregar qualquer valor:
Comprar um imóvel vendido por procuração pode ser seguro, mas o documento não deve ser aceito apenas por possuir aparência formal ou reconhecimento cartorário.
A procuração precisa conceder poderes expressos e especiais para aquele imóvel, permanecer vigente e permitir os atos necessários à negociação. A identidade do proprietário, a matrícula, a autenticidade do documento e o destino do pagamento devem ser confirmados antes de qualquer transferência.
Na compra de um imóvel, a pressa para concluir nunca deve substituir a segurança documental.
O imóvel está sendo negociado por um procurador? Fale com a EvoluLar antes de pagar o sinal e conduza a compra com mais clareza, estratégia e segurança.









